Posts de Abril, 2009

h1

O juramento

28/04/2009

— Mas reflita, Emília. A que nos levará esse amor?

— Não sei!… respondeu-me com indefinível candura. — O que sei é que te amo!… Tu não és só o árbitro supremo de minha alma, és o motor de minha vida [...] Eu?… Eu te pertenço; sou uma coisa tua. [...] É o teu direito e o meu destino. Só o que tu não podes em mim, é fazer que eu não te ame!…

José de Alencar, trechos do livro Diva

*

Na peça Hysteria, do Grupo XIX de Teatro, as palavras de Emília se transformaram no juramento de casamento da personagem Maria Tourinho. Assisti à peça cinco vezes. Graças ao comentário da Anna, que também assistiu, me peguei pensando na importância dessa peça em minha vida. E dei-me conta que o único momento em que chorei nas cinco apresentações foi esse. Na primeira vez, chorei ao pensar que queria amar assim. Na segunda, terceira e quarta, pensei na mesma pessoa. Na quinta vez, não precisei pensar. Algumas passagens na minha vida são tão belas que me emociono só de lembrar.

*

Quem quiser assistir ao trailer da peça, clique aqui.

h1

Grace Kelly

27/04/2009

Ela conseguiu:

Ser atriz nos tempos áureos de Hollywood,

casar-se com um príncipe (de verdade) e ser uma das noivas mais belas que já existiu,

e tornar-se um ícone atemporal de estilo e bom gosto.

Sinto muito, Audrey Hepburn, mas para mim a Grace Kelly sempre será a mais bela do cinema.

Fotos: [1] [2] [3] [4]

h1

Se entregar

26/04/2009

Eis a questão sobre se entregar: quando você se entrega, realmente se rende. Você esquece porque resistiu em algum momento.

Grey’s Anatomy, episódio 20, 5ª temporada.

*
Episódio que acabei de assistir.

h1

Dia do Livro

23/04/2009

Hoje é Dia do Livro e acabei de fazer um teste para saber qual livro eu seria. Eis o resultado:

Antologia poética, de Carlos Drummond de Andrade

“O primeiro amor passou / O segundo amor passou / O terceiro amor passou / Mas o coração continua”. Esses versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz. “Antologia poética” (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.

Quem ficou curioso e também quiser saber qual livro é, clique aqui.

h1

Grande House

23/04/2009

Cuddy, você vê o mundo como ele é e como ele poderia ser. Mas não vê o que todo mundo vê: o precipício gigantesco entre os dois. [...] Você só fica feliz se as coisas dão certo, o que significa duas coisas: você é uma boa chefe e nunca será feliz.

House, no 3ª episódio da 2ª temporada.

*
Thank you, House. Porque há dias em que temos de ouvir o que é preciso ouvir.