Arquivo da categoria ‘Dos meus comentários’

h1

Feliz Natal de bailarina…

24/12/2009

é desejado com o ballet de repertório que acontece, justamente, na noite de Natal.

(Na versão original de O quebra-nozes, além de se chamar Clara, a menina é interpretada por uma bailarina adulta e a coreografia é do grande Lev Ivanov.)

h1

O beijo

14/12/2009

Esta foto é uma delicadeza! Até me deu vontade de dirigir, coisa que não gosto de fazer, mas mudaria de ideia com esse carro antigo vermelho e um momento doce assim.

Foto: Encontrei aqui

h1

Sem paciência

08/12/2009

Eu não gosto de surto, tampouco de exposição. Gritos por bobagens, estresse por pouca coisa, piti sem motivo, detalhes pessoais que não interessam a ninguém, em resumo, pessoas que se comportam como se o mundo girasse em torno do seu umbigo.

Eu sempre fui reservada, por outro lado, era muito bruta quando adolescente e já melhorei imensamente. Às vezes, perco a mão e me exalto, depois fico chateada com isso. O meu objetivo é saber me impor sem levantar a voz. Por isso, não tenho paciência com quem não age dessa forma. Quer gritar? Quer agir de maneira grosseira? Longe de mim, porque não é problema meu.

h1

Julie e Julia

07/12/2009

“Você é a manteiga do meu pão.”
(Declaração de amor feita duas vezes ao longo do filme.)

Eu sei, ando muito cinematográfica ultimamente, mas filmes tornam a minha vida mais feliz. Hoje eu assisti a Julie & Julia. Uma graça, encantador e doce até o fim.

Julie lendo o livro da Julia.

Até me tornar adulta, eu nunca fui uma apaixonada pela cozinha. Não era aquela que assistia à própria mãe cozinhar e adorava entender as nuances sobre o que comia. Eu só tinha duas opiniões: ou era bom, ou não era. Só mais tarde, passei a prestar atenção naquilo que comia, como era feito, por que era tão bom, o que não tinha dado certo. Graças à internet, passei a pesquisar, ler blogs sobre o assunto, testar receitas. Hoje, o Mercado Municipal de São Paulo é um dos meus lugares preferidos. O cheiro, o barulho, a comida, tudo aquilo me encanta.

Achei lindo ver duas mulheres se redescobrirem na cozinha. Infelizmente, depois de tantas mudanças na vida das mulheres, há quem dissocie uma coisa da outra. Antes, nosso lugar não era, apenas, na cozinha? E por que não pode, também, continuar sendo? Afinal, muitas coisas no mundo deixaram de existir, outras deixarão, mas comer todo mundo come. É na cozinha que muitas famílias se encontram. Por que não pode ser lá que podemos nos reencontrar? Eu já passei muitas horas na cozinha para me acalmar, e a sensação de acalento ao sentar à mesa e comer o que foi preparado não tem igual.

Também aprendi que cozinhar com calma e amor faz uma imensa diferença. Certa vez, fiz um bolo num momento em que estava imensamente magoada. Enquanto batia o fouet na massa, eu chorava. O bolo ficou duro por fora e mole por dentro, feito eu naquele dia. Agora, só entro na cozinha de coração aberto. Porque cozinhar para nós e para os outros também é uma forma de doação.

O filme me fez perceber o meu amor pela comida. Há quem sonhe com carros, imóveis, viagens, joias. Eu sonho com a minha própria cozinha.

*

O trailer do filme, aqui.
O livro Julie & Julia, de Julie Powell, aqui.
O livro Mastering the Art of French Cooking, de Julia Child, aqui.

h1

O que eu preciso reencontrar

07/12/2009

Assistir ao filme O jardineiro fiel me levou a pensar sobre algo muitíssimo importante: onde eu guardei a Tessa* que morava em mim?

O trailer, legendado, aqui.

* Personagem de Rachel Weisz, uma mulher idealista e apaixonada.