Eu sou uma apaixonada por cinema desde criança e sei que durará a vida inteira. E é isso que me faz assistir a um vídeo assim e chorar no final.

Eu sou uma apaixonada por cinema desde criança e sei que durará a vida inteira. E é isso que me faz assistir a um vídeo assim e chorar no final.

Se a minha referência de elegância e estilo do passado é a Audrey Hepburn, do presente é a Marion Cotillard.

Foto: T Magazine
Este é o Lady Noir, primeiro capítulo de uma série de quatro para a campanha Lady Dior, coleção de bolsas da marca. O segundo está para ser lançado, o Lady Rouge. Confesso, gosto mais da produção do que das bolsas. Dá vontade de sair linda assim volta e meia.

Sempre tive horror à vulgaridade, inclusive na forma de pensar. [...] Dia desses, num programa de rádio, a entrevistadora me perguntou: “Do que você não gosta?”. “De vulgaridade”, respondi. Ela entendeu que me referia à pornografia. Não é isso, obviamente. É outra história. Vulgaridade é invadir o espaço do outro.
Costanza Pascolato, no livro Confidencial, p.79
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À primeira vista, parece uma leitura fútil. Pelo contrário, vai muito além de um livro sobre moda, pois fala de educação, simplicidade, etiqueta, elegância. Já começa pelo estilo da obra: a autora conseguiu fazer um livro autobiográfico sem expor a própria vida. Eu admiro imensamente pessoas assim.

A partida (Departures) é um filme japonês, ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro deste ano. Conta a história de um violoncelista que, depois de perder o emprego, começa a trabalhar como nokanshi, o responsável pela “preparação” dos corpos de quem acabou de falecer.
É um filme belíssimo, especialmente porque trata de algo que não sabemos lidar. A morte existe, seja de alguém, uma situação, uma etapa da vida. Somos feitos de uma sequência de mortes, mas não nos permitimos o tempo necessário de luto e seguimos com um punhado de mágoa, raiva e tristeza. É preciso aprender a aceitar a mudança, se despedir do passado e partir.