Das cartas

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Não lembro a minha idade na época, talvez tivesse uns 15 anos quando mandei pelo correio uma carta para a minha avó paterna. O detalhe é que ela era minha vizinha. Mesmo assim, achei que seria importante ela receber um envelope selado e uma carta escrita à mão, dizendo apenas que a amava. Depois da sua morte, há exatos 13 anos, meu avô contou que ela ficou muito emocionada e mantinha a carta guardada.

Lembrei dessa história quando assisti a este vídeo. E agradeci a mim mesma pelas cartas que já mandei, por não ter sido vencida pelo medo e pela vergonha de, simplesmente, escrever palavras de amor para pessoas que são, ou foram, tão importantes na minha vida.

Fonte: Livros, por Milly Lacombe

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Um comentário sobre “Das cartas

  1. Que lindo 🙂 eu tbm gosto de escrever cartas e receber ainda mais hehe ;)e acho que essa tradição nunca deveria deixar de existir.

    beijos

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