O livro do MEC (3)

Sociedade

A língua em que escrevo esta coluna de hoje vem sendo usada há quase mil anos, e isso faz muita diferença. É uma belíssima construção de quase um milhão de palavras, com raízes nas duas grandes línguas do passado, o Latim e o Grego; foi usada por reis e camponeses, por santos e bandidos, por vítimas e carrascos da Inquisição; atravessou desertos e oceanos, passou por épocas e lugares distantes e se enraizou em vários pontos do planeta. […]

Em toda a parte — na ortografia, na formação de palavras, na estrutura do nome ou do verbo, no emprego dos pronomes, na conjugação verbal, na sintaxe da frase — em toda a parte, repito, nossa língua carrega marcas deste passado e desta riqueza, e um bom professor de Português deve estar preparado para ensinar o aluno a reconhecê-las e a entender sua motivação.

Cláudio Moreno, trechos de O livro do MEC (3).
Para ler o texto completo, aqui.

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2 comentários sobre “O livro do MEC (3)

  1. Nossa língua é riquíssima, sim. Porém não é só sintaxe, vai muito mais além. E eu como prof de português digo com propriedade: reduzir a língua à sintaxe é deformá-la. Ah, o autor esquece de citar as influências árabes, muito presentes em nosso vocabulário e em nossa cultura =D beijo

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