Perdão, Aaron Swartz

Internet, Sociedade

Aaron não era apenas um gênio da internet, ainda que essa palavra “gênio” já tenha sido tão abusada. Talvez o maior ato político de Aaron tenha sido o que fez com seu talento. Ele usou-o para lutar pelo acesso livre ao conhecimento, via internet. Isso, em si, já o tornaria perigoso para muitos. Mas há algo que pode ter soado ainda mais imperdoável: Aaron não queria ganhar dinheiro com o seu talento. Ele não era aquilo que as crianças são ensinadas a admirar: um jovem gênio milionário da internet, como Mark Zuckerberg, o criador do Facebook. Aaron Swartz era um jovem gênio que não queria ser milionário. E, convenhamos, nada pode ser mais subversivo do que isso.

Eliane Brum, trecho de “Perdão, Aaron Swartz”.
Para ler o texto completo, aqui.

Fonte: Carol, Twitter.

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Um outro post sobre Aaron Swartz: “Os custos de uma internet livre”, do blog Ensaios de Gênero. Para ler, aqui.

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