Igualdade, nossa abstração revolucionária

Sociedade

Neste contexto, os direitos sociais (entre eles, os direitos humanos) apresentam-se como uma importante ferramenta. Eles trazem em si uma dimensão universal, querem dizer que independentemente do que cada um é, há algo em comum. Que todos/as têm direito à educação, à moradia, à alimentação, à saúde, ao transporte. Que o respeito, a dignidade, a tolerância e a liberdade são bens comuns.

E quando falo em direitos, não estou me circunscrevendo no espectro liberal, que potencialmente transforma os direitos em sinônimo de ementas constitucionais. Elas são importantes, mas insuficientes. Mudanças pequenas devem coexistir com mudanças maiores, aquelas que nos aproximam de nossas (talvez) inalcançáveis utopias: um mundo sem opressões, onde todos os seres humanos sejam tratados como iguais.

Adriano Senkevics, trecho de “Igualdade, nossa abstração revolucionária”.
Para ler o texto completo, aqui.

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