Não-violência: mais eficaz e sem máscaras

Sociedade

A ninguém ocorreu que a única forma de confrontar a violência é através da não-violência. Nascem juntas, ambas são organizadas, mas seus custos e eficácia são opostos. A não-violência tem sido erroneamente confundida com passividade, resignação, misticismo, “paz e amor”. Nada disso: é uma forma superior de disciplina, racional, altamente conscientizada. A violência é emocional, hepática, geralmente irracionalizada.

[…]

A não-violência não se esconde, dá a cara, não quer o poder, quer mudanças, exige resultados. Por isso dispensa máscaras. É possível entender por que o Estado, como entidade material, busque a estabilidade e só consiga enfrentar a violência com repressão. Já a mídia lida com a inteligência e a consciência, é elástica, volátil, ágil, inventiva, transformadora.

Se empacar, sobra.

Alberto Dines, em “Não-violência: mais eficaz e sem máscaras”.
Para ler o texto completo, aqui.

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