A situação atual do acordo ortográfico

Literatura

Fala-se muito e sabe-se pouco. No Brasil, convivemos com ele desde 2009, mas ainda há quem reclame e torça para que ele deixe de existir. Neste texto, Carlos Alberto Faraco – linguista, professor e atual coordenador da Comissão Nacional Brasileira do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) − explica claramente a real situação do acordo.

Porque se informar antes de emitir uma opinião ainda é o melhor caminho.

* * *

“O único e exclusivo objetivo do AO foi superar a dualidade de ortografias oficiais do português. Essa situação vinha criando embaraços à presença da língua nos organismos internacionais e afetando também sua internacionalização.

“Em nenhum momento, os filólogos da geração de Antônio Houaiss, portugueses e brasileiros, tiveram a intenção de fazer uma reforma ortográfica. As bases estabelecidas em 1911, que fixaram a ortografia do português, permaneceram sem alterações. Houve, sim, cedências de parte a parte, adotando uns soluções já existentes na grafia dos outros. Foram pequenos ajustes em cada uma das ortografias vigentes para submetê-las a um único conjunto de normas.

“Assim, afirmações de que o Acordo foi tímido ou já nasceu anacrônico, como se leem algumas vezes na imprensa, revelam profundo desconhecimento de seus objetivos e histórico.”

Para continuar lendo o texto, aqui.

Carlos Alberto Faraco, “O acordo ortográfico de 1990: situação atual (junho/2014)”.

Fonte: Blog do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

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