Das Manifestações de Junho à Copa: a banalização da porrada como legado

Sociedade

Não se convence o outro a participar chamando-o de alienado e ignorante. É falsa dicotomia estabelecida entre curtir o futebol na Copa e defender direitos. […] Nem sempre se pode ou se quer estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Afinal, perdemos entes queridos, ficamos doentes, temos problemas pessoais. Ou simplesmente estamos assistindo a um jogo. Muitas causas são válidas e não apenas as que tomamos para nós mesmos.

Sofrer com um jogo de futebol e sofrer com o desrespeito à dignidade alheia não são excludentes.

Leonardo Sakamoto, trechos de “Das Manifestações de Junho à Copa: a banalização da porrada como legado”.
Para ler o texto completo, aqui.

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