Os ratos

Internet, Literatura

Milton Hatoum lê a sua crônica “Os ratos”, publicada no Estadão em 22 de abril de 2016.

“Na literatura e na vida, há sempre o que temer.”

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Sotaques

Internet, Literatura

A Porto Editora produziu o belíssimo “Sotaques”: falantes de língua portuguesa de diversos países lendo um texto de Valter Hugo Mãe, “O Paraíso são os outros”. O vídeo será cedido gratuitamente ao Museu da Língua Portuguesa, que atualmente está em processo de reconstrução.

Quem ama a literatura, a palavra, a língua portuguesa e os sotaques se desmanchará de amor. Confesso, eu chorei.

“Sotaques”, Miguel Gonçalves Mendes e Porto Editora.

My Beautiful Broken Brain

Cinema, Internet

Em 2011, Lotje sofreu um derrame cerebral. Desde então, ela perdeu funções básicas de linguagem e, em determinados momentos, “Comecei a ver esses flashes de cores… Sinto como se estivesse em um filme de David Lynch”. Ela entra em contato com ele que, no fim das contas, virou um dos produtores de My Beautiful Broken Brain.

Este documentário mostra o primeiro ano de Lotje depois do acontecido. Ao final, passamos a olhar algumas coisas de uma outra maneira: há mudanças que são para sempre.

Trailer de My Beautiful Broken Brain.

Pelos corredores escuros e encanamentos sujos da mente

Internet

A saudade de ser amada me assola hoje. Não de ser querida: de ser amada. E a reboque vem a raiva do discurso de autossuficiência, “você precisa SE amar”. Olha, venho me esforçando. Venho tendo relativo sucesso. Mas quando não vejo saída nenhuma e vejo meus demônios virando a esquina e com o punho fechado pra bater na minha porta (imaginem o Sr. Vandemar e o Sr. Croup, de Lugar nenhum, do Neil Gaiman. Se não der pra imaginar tratem de ler, andem logo), minha saída de alguma forma é pensar que tudo seria muito diferente se eu sentisse que sou amada. Que alguém me ama. Olhos brilhantes, borboletas, “oi, liguei pra dizer que amo você”, essas besteiras. Não coloque suas expectativas em outra pessoa, você diz. Eu retruco que quero ler no outro “quero ser amado. Você pode me amar”.

Paliativos, placebos. Não estou me importando hoje.

D., trecho de “pelos corredores escuros e encanamentos sujos da mente”.

Fonte: Suzana, Facebook.