Caros camaradas,

Sociedade

“Temos, geralmente, tendência a exagerar nossa força e nossa fraqueza: assim, durante tempos revolucionários, parece-nos que a menor de nossas ações deve ter consequências incalculáveis ​​e, por outro lado, em certos momentos de marasmo, toda a nossa vida, embora inteiramente dedicada ao trabalho, parece-nos infrutífera e inútil, e acreditamos que somos levados pelo vento da reação.

“Então, o que deve ser feito para nos manter em um estado de vigor intelectual, de atividade moral e de fé na luta justa?”

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Carta escrita por Élisée Reclus para abertura de um congresso anarquista em Barcelona, 1901, traduzida por Sandra Guimarães (www.papacapim.org).