Gênero na escrita

Sociedade

“Então, qual é o meu ponto? Não há uma resposta definitiva, ela é uma resposta a depender de quem seja a sua audiência e o momento. Eu só queria provocar que qualquer que seja a sua escolha, ela seja uma escolha inclusiva, inclusiva para todas aquelas pessoas que venham a ler. Escrever no feminino ou no masculino tem implicações políticas e de representação, mas ele ainda é inclusivo para todas as pessoas em diferentes formas de se aproximar de um texto escrito.”

Debora Diniz, trecho do vídeo “Gênero na escrita”.

 

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O fascista mora ao lado

Sociedade

Eu selecionei apenas um trecho, mas quem quiser perder o sono, leia o texto completo.

“Faz parte de um iluminismo pueril a crença de que o outro não pensa como eu porque ele não compreendeu bem a cadeia de argumentos.

“Logo, se eu explicar de forma pausada e lenta, você acabará concordando comigo. Bem, nada mais equivocado. O que nos diferencia é a adesão a formas de vida radicalmente diferentes. Quem quer um fascista não fez essa escolha porque compreendeu mal a cadeia de argumentos. Ele o escolheu porque adere a formas de vida e afetos típicos desse horizonte político. Não é argumentando que se modifica algo, mas desativando os afetos que sustentam tais escolhas.”

Vladimir Safatle, trecho de “O fascista mora ao lado”.

Para ler o texto completo, aqui.
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