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Linus

27/01/2012

Eu sempre amei o Charlie Brown, mas o meu preferido sempre foi o Linus.

Fonte: Depósito de Tirinhas.

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Uma não muito breve explicação

26/01/2012

O caminho da simplificação é um caminho sem volta. Quanto mais você simplifica sua vida, mais simples quer torná-la, mais coisas e hábitos você descobre que não são necessários para você. E, conforme vai ficando mais leve, de casa, de corpo, de rotina, de espírito, mais se pergunta o por quê de ter escolhido complicar por tanto tempo. [...]

Tenho escolhido passar a maior parte do meu tempo desconectada, produzindo, observando, ensinando meu pequeno matador de dragões a andar, colocando a leitura em dia, fazendo pão e picolé de manga. Desacelerar minha vida tem sido minha prioridade e a melhor escolha que fiz nos últimos tempos. Correr, passear o cachorro, trabalhar, cuidar do pimpolho, ler, pintar, cozinhar, ver um filme, passar tempo com meu marido. Nenhuma atividade virtual é mais importante do que estas. E não deveria ser para ninguém.

Ana Elisa G. Granziera, trechos de Uma não muito breve explicação.
Para ler o texto completo, aqui.

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O post é longo e vale cada linha. Para todos nós repensarmos se estamos conduzindo a nossa própria vida da melhor maneira possível.

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São Paulo da garoa

25/01/2012

Para esta cidade, em seu aniversário e em todos os outros dias do ano, o meu imenso amor e a minha eterna gratidão.

Alvarenga e Ranchinho. Ê, São Paulo, 1943.

Fonte: São Paulo da garoa.

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Pas de deux coda

24/01/2012

Uma das melhores coisas em manter uma página do blog de ballet no Facebook é receber belezas assim.

Vídeo promocional da Repetto e Opening Cerimony, com bailarinos do Joffrey Ballet School.

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Hunter

23/01/2012

Graças à querida Sara, hoje eu voltei a ouvir Dido. Cantei junto feliz da vida…

Dido, em Hunter.

Para ouvir também, Here with me e Thank you.

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Lover to Lover

19/01/2012

Daquelas músicas para ouvir mil vezes…

Florence & The Machine, Lover to Lover.

Fonte: Casarei.

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Da literatura

16/01/2012

São antigas as questões que nos afligem: é o medo da morte, do abandono, da perda, do desencontro, da solidão, desejo de amar e ser amado. E, nas pausas estabelecidas entre essas nossas faltas, carregamos grande vocação para a felicidade. O texto literário não nasce desacompanhado destes incômodos que suportamos vida afora. Mas temos o desejo de tratá-los com a elegância que a dignidade da consciência nos confere.

Bartolomeu Campos de Queirós, um dos fundadores do Movimento por um Brasil literário. Ele faleceu nessa madrugada.

Fonte: Movimento por um Brasil literário, Facebook.

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Dan Stulbach lê carta que escreveu para si mesmo

14/01/2012

Antes de assistir, pegue lenços de papel.

Fonte: Alex, Facebook.

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The Walking Dead

14/01/2012

Eu não gosto de zumbis. Demorei um ano para começar a assistir a série. E logo nos primeiros minutos eu percebi que deveria ter visto antes.

Por enquanto, foram duas temporadas, uma de seis, outra de sete episódios. A terceira começa em fevereiro. E por mais que pareça ser uma série de terror e suspense, ela mostra mais sobre a humanidade do que a gente imagina. O fim da segunda temporada, por si só, me deixou de queixo caído. Porque é exatamente como nos comportamos.

The Walking Dead ganhou mais uma grande fã.

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A sua ex que vá para o inferno!

09/01/2012

Há muitas, muitas pessoas assim como você, que cultivam feridas de amores que terminaram – e o uso do verbo cultivar já encerra uma ação toda especial, toda cheia de mimos, de salamaleques para com a dor. Sim, existe quem faça reverências ao próprio pus e monte uma barricada de aço no coração para que ele se mantenha tão malcheiroso e insalubre quanto possível. E esse cultivo é feito com tamanha volúpia que essas pessoas (assim como você) não se dão conta, nesse autolamber-se ininterrupto, do quanto machucam o possível amor que vem depois (apenas possível: nesse quadro desértico raramente um novo amor encontra espaço para frutificar).

Mas voltemos a você, cara-pálida – embora não tenhamos saído. Você me disse que o amor com sua incrível-mega-amada-ex terminou na prática, mas não no seu coração, o que é perfeitamente legítimo. No entanto, terminou, certo? Pelo menos no cenário daquele troço mais conhecido como realidade, convivência, intimidade, acabou. Fato. [...]

Stella Florence, trechos de A sua ex que vá para o inferno!
Para ler o texto completo, aqui.

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Bom saber que não sou a única que pensa da mesma maneira. E homem que fala de ex, e cultiva esse sentimento, já mostra o que ele realmente é: uma grande roubada.

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