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Whatever Lola Wants

27/05/2012

“Não sou capaz. Nunca serei.”
“Desista então.”
“Por que não me mostra como se faz?”
“Porque não somos iguais. Lola, eu não posso te ensinar a ser você mesma. [...] Dance para você, não para eles. [...] Veja toda a energia que você está desperdiçando. Pegue essa energia e use-a. Use tudo o que está vivendo. Não fuja dos seus sentimentos. [...] Use o seu corpo. Seja o seu próprio instrumento. Mostre-me o seu interior.”

Ismahan para Lola, no filme Whatever Lola Wants.

Para assistir ao filme completo, legendado, aqui.

Fonte: Fernanda, Facebook.

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“Ai, que vadia!”

25/05/2012

Vídeo produzido pela organização da Marcha das Vadias do Distrito Federal. É muito bacana ver como é possível questionar tanto preconceito de uma só vez de maneira sagaz e inteligente. Sensacional!

Fonte: Julio, Facebook.

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Sobre meninos e lobos

24/05/2012

É o mesmo país que hoje constrange quem se declara vítima de um abuso semelhante – ao menos se essa vítima for uma personalidade como a Xuxa. Horas após contar, em uma entrevista ao Fantástico, que sofreu abuso sexual na infância, a apresentadora virou pauta obrigatória nas rodas de conversa e meios de comunicação. [...]

Por se tratar de uma figura pública, a revelação de Xuxa poderia encorajar vítimas do presente a quebrar o silêncio, denunciar a agressão e buscar justiça.

Mesmo assim, o esforço do público e dos formadores de opinião para transformar o episódio em piada foi notório. Era como se a repórter covarde a empunhar o microfone como chicote na tevê tivesse se multiplicado Brasil afora, desta vez para açoitar a celebridade que teve a audácia de confessar um trauma em público.

E o que a Xuxa e o jovem açoitado pela repórter na Bahia têm em comum? Nada, a não ser a exposição diante de uma multidão sangrenta e incapaz de lidar com seus próprios crimes de maneira honesta. Casos de abuso sexual existem aos montes, mas poucos tiveram a coragem de se expor e gritar para que não se repitam. Só quem passou por momentos assim sabe o quanto pesa a distância entre o silêncio e a exposição. Não parece produtivo combatê-los na base do escracho ou da hipocrisia.

Matheus Pichonelli, trechos de Sobre meninos e lobos.
Para ler o texto completo, aqui.

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Para pessoas que amam dançar

18/05/2012

“A dança move você…”

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Visão de Raymonda

11/05/2012

Para apaziguar meu coração.

Raymonda, primeiro ato, Teatro alla Scala, Olesya Novikova.

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É possível obrigar um pai a ser pai?

07/05/2012

Todos nós temos de lidar com o que consideramos ausência ou falta de afeto, em várias medidas ao longo da vida. Faz parte da complexidade das relações humanas. E faz parte do humano do nosso tempo acreditar que nunca é amado o suficiente – não só pelos pais, mas pelos filhos, pelos namorados, pelos maridos e pelas esposas, pelos amigos, pelo mundo inteiro.

Temos de lidar com as faltas inerentes a qualquer vida da melhor forma que conseguirmos – e lidar com isso significa crescer. E crescer significa parar de choramingar e seguir adiante. Acho grave que a Justiça considere legítimo cristalizar essa mulher adulta no lugar de vítima e de menina abandonada. E congelar esse homem no lugar de pai ausente e de algoz. A vida é mais complicada do que isso. [...]

Tornar-se adulto, porém, é descobrir que o baralho nunca estará completo, que nem mesmo existe um baralho completo. Temos de jogar com as cartas que temos. E tentar recuperar cartas que jamais existiram, como se elas estivessem apenas perdidas, não nos ajuda a viver melhor. Apenas nos congela em um lugar infantil.

Eliane Brum, trechos de É possível obrigar um pai a ser pai?
Para ler o texto completo, aqui.

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Não ver, não ouvir e calar sempre

06/05/2012

Você quer ser querida pelos amigos, viver sem problemas, ser daquelas pessoas que são sempre lembradas com alegria e prazer? Em outras palavras: você quer ser feliz? Simples: esqueça essas manias de ver, ouvir e, sobretudo, falar, e sua vida passará a ser um mar de rosas. [...]

As pessoas só querem que se diga o que elas querem ouvir, e há até quem ache que amigo só existe para dar razão quando não se tem razão – você não sabia?

Danuza Leão, trechos de Não ver, não ouvir e calar sempre.
Para ler o texto completo, aqui.

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Nossas qualidades atraem hostilidade

03/05/2012

É praticamente impossível uma pessoa se destacar por virtudes ou competências especiais sem ser objeto da enorme carga negativa derivada da hostilidade invejosa.

O mais grave é que não fomos educados para isso, de modo que nos surpreendemos e ficamos chocados ao observarmos esse resultado. A decepção é tal que muitos se desequilibram quando atingem algum tipo de destaque, condição na qual são levados a um estado de solidão – o oposto do que pretendiam. [...]

A maior parte das pessoas jamais imaginou, por exemplo, o volume de problemas e de decepções por que passam as moças mais belas, especialmente quando isso se associa a uma inteligência sofisticada e a uma formação moral requintada.

São portadoras daquelas virtudes que mais aparecem e encantam a todos. São, por isso mesmo, objeto de uma hostilidade inesperada e enorme. Ficam totalmente encurraladas e quase nunca sabem como sair da situação a não ser destruindo algumas de suas propriedades.

Flávio Gikovate, trechos de Nossas qualidades atraem hostilidade.
Para ler o texto completo, aqui.

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O amor é o lastro

30/04/2012

Chico era fiel a esse preceito. E foi justamente por causa do seu exemplo de uma vida inteira de doação, de humildade, de abnegação, de desinteresse material, de, numa palavra, amor, que a sua obra se tornou inquestionável. [...]  Rendo todas as graças à inteligência, mas reconheço que sem amor ela é casca oca destinada à deterioração. No fim das contas, o amor é o lastro de tudo.

Stella Florence, trechos de O amor é o lastro.
Para ler o texto completo, aqui.

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Borboletas

27/04/2012

Não é uma graça?

Fonte: Julieta Arrouquy

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