O Michael Jackson fez parte da minha infância. Lembro perfeitamente quando, aos 8 anos, me mudei para a casa onde moro até hoje. No dia seguinte, mesmo na casa nova, meu irmão e eu acordamos cedinho, num sábado, só para assistir ao especial dele. Os dois pequeninos numa sala que só tinha um tapete e uma televisão.
Só percebi que ainda gostava muito dele quando li o Zeca Camargo dizendo em seu blogue que a Madonna foi mais importante para a música pop do que o Michael Jackson. Hã? Podem escrever mil tratados sobre o assunto, mas sinto muito. Tem de ser muito, mas muito bom, para subir num palco e fazer o que ele fazia.
Um talento assim merecia muito mais da vida. E pensar que logo mais ele iria voltar… Além do incrível legado, o que ficou? Gerações irão se divertir assim.
Thanks, Michael! Pode parecer estranho, mas eu sentirei a sua falta.




Audrey Hepburn