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Um pouco de diversão

22/11/2009

Não vou mais chorar,
mas se eu for chorar, vai ser baixinho
para ninguém me ver

Agora sofre
Sofre
Sooooofre
Sooooofre
Por todo o mal que você me fez

Marisa Orth cantando Sofre.
Para ouvir, aqui.

*
Comecem a ouvir a Rádio UOL e descubram pérolas assim: na música, um homem chora as mágoas porque foi traído. Em  vez de se compadecer, a gente sente vontade de cantar num karaokê bem brega, mas com um mínimo de classe.

Cena do filme Edge of Love

Ainda não assisti ao filme, mas apaixonada pelos figurinos eu estou. É a segunda foto dele publicada aqui.

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O mágico de Oz

19/11/2009

Eu quero uma igualzinha.

Para me lembrar dos tempos de criança, quando eu queria ser a Dorothy.

Fonte: Pretty Things, mas encontrei no ffffound!

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A mala lilás

19/11/2009

Ando com uma imensa vontade de viajar. Ou, às vezes, vontade de sumir no mundo.

E, sinceramente, acho que levaria mais livros do que roupas.

Fonte: o blog Book lovers never go to bed alone.

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Cantadas ofendem

17/11/2009

De qualquer forma, acho que galanteadores e agressores se parecem: cada um deles, a sua maneira, acha que tem o direito de dizer o que pensa a uma mulher estranha. Pode ser um elogio físico ou uma grosseria sexual, não importa. Em geral, trata-se daquilo que os americanos, apropriadamente, chamam de “atenção não solicitada”. Indesejada, na verdade. [...]

Esse assédio sobre as mulheres acontece à luz do dia, na porta do trabalho, na travessia de pedestres, dentro do ônibus. Às vezes o tom de voz do sujeito ou as coisas que ele diz amedrontam. Outras vezes dá asco ou dá vergonha. Nas baladas pode ser pior: o garanhão de calça agarradinha chega apertando o braço da moça, mexendo no cabelo, forçando a barra. Não aceita não como resposta. Mas quem deu licença a ele para dizer coisas e tocar o corpo de uma mulher desconhecida? [grifo meu]

Nós, homens, demos licença. A cultura machista nos dá licença.

[...] Não faz sentido, em pleno século 21, que nossas filhas, namoradas, irmãs ou amigas tenham de andar pelo mundo com os olhos no chão porque um bando de homens não se aguenta nas calças.

Ivan Martins, trechos do texto Cantadas ofendem.
Para ler o texto completo, clique aqui.

*

Mais de uma vez eu ouvi, sem querer, homens comentando com outras mulheres que quando trens e ônibus estão lotados eles dão uma “aproveitadinha” na situação. Leia-se: está lotado, eu aperto ou passo a mão, mesmo! Riem e acham graça, como se fosse algo normal.

Eu já passei por situações tão constrangedoras que, uma vez, eu chorei na plataforma do metrô. Sem falar nos absurdos que ouvimos e temos de sorrir, afinal, “é um elogio, não gostou por quê?”.

Não, rapazes. Não é elogio. É desrespeito. Aprendam, de uma vez, a não invadir o espaço que uma mulher não lhe deu.

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Caminhar linda por aí

13/11/2009

Ao ver esta foto, dá vontade de ter 30 anos na década de 1940, só para andar vestida assim.

Cena do filme The Edge of Love